terça-feira, 18 de março de 2008

Eu também sou um brasileiro.

Não são somente os que gritam, se organizam ou podem, ou seja, ricos, muito ricos, politicos, militantes, invasores de terra, jornalistas, traficantes, moradores de favelas, usuários de bolsa família, nordestinos, mulheres, negros, japoneses ou qualquer outro que se intitulem minorias ou que tenham poder de direito ou de fato os que podem opinar sobre o futuro deste pais.
Não é necessário que eu ame Marx, que chupe a genutália de Chavez ou de Castro, que deseje doutrinar, ou melhor, conscientizar os pobres, para que tenham a mesma visão de mundo que eu e me permita, como um caudilho, dando esmolas e favores aos miseráveis e os mantendo dependentes de um estado totalitário, onde nem o pensamento em privado, ou seja, a crença no capitalismo, seja permitida, que eu odeie a Globo, que eu deseje o fim dos EUA, e assim por diante, para que eu seja um brasileiro.
Tenho pena do povo que não vê como chegar mais longe com seu futuro e tenta sonhar com uma ruptura para poder melhorar de vida.
Deve haver algo novo. A China, a India e a Russia, bem bomo todo o Leste Europeu estão tirando milhões da miséria diariamente. Sem Marx, sem Chavez, sem ruptura ou caudílios.
Qual o motivo de estarmos cegos, desejando uma esquerda totalitária, com mascara de democrata?
Bem, com o tempo vou demostrar tudo o que digo e procurar pessoas que desejem um futuro mais positivo para nosso pais.
Aguardem.

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